O Retorno a Prontera

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Após incontáveis anos, a versão 3D (final?) do clássico Ragnarok Online estará de volta!

A partir de hoje (27/12/12)  entra no ar o primeiro open beta de Ragnarok Online: Legend of Second!

Para participar, basta baixar o client aqui, fazer seu registro e aproveitar as novidades!

Atualmente o jogo conta com 5 classes, Swordsman, Magician, Thief, Archer e Acolyte. Cada uma delas pode evoluir para outras duas formas, criando um total de 10 classes diferentes, além disso é preciso escolher uma “Job”, uma profissão para seu personagem, é como uma segunda classe, porém não é voltada para o combate direto, são elas: Alchemist, Artisan, Blacksmith e Chef. Cada uma delas tem como objetivo o desenvolvimento de itens específicos, como poções de cura, armaduras ou runas para melhorar as armas, sendo geralmente utilizadas para gerar dinheiro ao jogador.

O jogo ainda se passa em Midgard, localidades famosas como Prontera, Alberta e Payon estão de volta, agora totalmente 3D! Algumas características da primeira encarnação, como o sistema de cards e as Kafras fazem seu retorno triunfal, mas também há coisas novas como trasporte através de voo, dungeons instanciadas e o novo sistema de refinamento de itens!

O jogo realmente vale a pena dar uma olhada, e o melhor é que ele será Free-to-Play com micro transações.

Aposto que se a Gravity trabalhar direito, o jogo tem tudo para conquistar uma legião de fãs por essas bandas.

Confira no vídeo abaixo algumas qualidades do jogo:

Hora de tirar a Poeira da velha vembrassa e da espada enferrujada para matar alguns porings!

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Espadas Digitais

Recentemente comecei a ler Sword Arte Online e 1/2 Prince.

Ambos mangás possuem como pano de fundo para suas tramas, um ambiente online, os dois títulos contam histórias de pessoas que estão jogando MMO RPG incrível , e que literalmente passam a viver como seus personagens.

Ler estes dois títulos trouxe me de volta, velhas histórias dos tempos em que dedicava umas boas horas da minha vida, matando monstros,  ganhando experiência e desbravando mundos fantásticos através de um velho moden 56k e a boa (boa?) e velha conexão discada…

Movido pelo entusiasmo causado pelos dois títulos acima Citados, resolvi pesquisar alguns jogos que estão em via de lançamento, e que prometem algum diferencial a fórmula já desgastada que o bom e velho World of Warcraft consolidou:

O primeiro título desta lista é “Ragnarok Online 2 – Legend of Second”

A primeira tentativa de levar o famosos RO para o mundo dos gráficos 3D resultou em um jogo que dividiu muitas opiniões, com o subtitulo “The Gate of the World” o jogo possuía mecânicas totalmente diferentes ao seu antecessor, mesmo sua estética não lembrava em nada a carismática arte criada pelo artista Coreano Lee Myung-jin. O game acabou não fazendo sucesso, então a  Gravity (desenvolvedora do jogo) acabou retirando o jogo do ar, prometendo uma nova iteração, agora visando agradar os fans mais antigos. Assim nasce “Legend of Second”.

Vestindo agora gráficos mais trabalhados, e com um jogabilidade muito mais próxima do que gosto de chamar “Padrão”  (se você já jogou WoW, sabe do que estou falando) o jogo tinha tudo pra ser apenas mais um RPG , porém o grande triunfo de RO2 LoS é trazer diversos elementos que consagraram o velho RO, coisas como o sistema de Jobs, de Cards e Pets. Além de um novo sistema de profissões, agora além dos clássicos magos e espadachins, os personagens podem ser cozinheiros, alfaiates e artesões. Estas novas profissões estão disponíveis para todos no momento da criação do personagem, e podem ser combinadas com as classes combatentes.

O jogo ainda está em fase de Beta teste, e já pode ser jogado, em breve um post sobre como fazê-lo!

O segundo MMO desta lista é o RPG ocidental Guild Wars 2

Desenvolvido pela ArenaNet (o braço americano da distribuidora coreana NCsoft), o segundo jogo da série manterá sua principal característica, não cobrar mensalidade. Basta apenas compra-lo e você tem acesso a todo conteúdo do game, eventualmente virão expansões e shop de itens cosméticos.

O grande foco de GW2 é o combate entre jogadores (PvP), mas a exploração e a progressão por meio de quests também estão presentes, vale ressaltar  os Dynamic Events, de acordo com as ações dos jogadores, eventos globais são desencadeados,esses eventos não são estáticos, eles podem mudar o tempo todo e se adaptar as ações tomadas pelos players envolvidos, tornando a experiência de jogo única.

O sistema de skills também conta com uma mecânica diferenciada, onde o tipo de arma, e a forma com que ela é usada (mão principal, e mão secundária) define quais técnicas e ataques vão estar disponíveis. Os desenvolvedores ainda prometem um sistema de classes conciso, e que foge do esteriótipo clássico defensor, suporte e atacante, onde cada classe pode ser auto sustentável   de acordo com as habilidades escolhidas pelo jogador.

O jogo foi lançado comercialmente no dia 25 de agosto, você pode ter mais informações e comprar o jogo acessando o site oficial.

O último jogo desta lista, “ArcheAge” é o jogo que mais tenho curiosidade em joga-lo.

Já pensou misturar características de um jogo tipo SandBox , onde você pode construir sua casa, cuidar de  animais e criar itens ( Minecraft?) ,com elementos típicos dos RPG’s, progressão de níveis, exploração de mapas e monstros, muitos monstros.

Essa é a premissa de ArcheAge online, criar um mundo dinâmico, onde seus jogadores se reúnem criando  cidades, castelos, desbravando mares em návios piratas ou mesmo guerreando entre sí por locais melhores.

A profundidade de imersão que esse jogo promete trazer é mesmo incrível, vou explicar: sem as proteções que os atuais games trazem, AA é totalmente livre, como na vida real você pode atacar qualquer pessoa, e igualmente você estará sujeito a retaliações, vinganças ou justiceiros. Essa liberdade também traz mais foco as guerras entre guildas, que vão poder disputar locais, sitiar castelos e disputar recursos!

Talvez o único ponto que tenha me desagradado, seja os mapas, pelos videos que já vi, o jogo tem aquela tendência de  RPG’s coreanos, onde os mapas são chapados, as vezes com leves relevos e depressões, mas ainda sim superficial, com uma aparência de maquete.

O jogo está se preparando para seu quinto beta teste, ainda está disponível apenas para o público coreano, e não a previsão de lançamento no ocidente.

Mitos e Verdades sobre o Elder Scrolls Online!

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Estão desenvolvendo um RPG online massivo ambientado no mesmo mundo de Skyrim.

Dito isso é inevitável que uma série de especulações venham a tona. Alguns diziam que não passaria de mais um clone de World of Warcraft (eu partilhei dessa ideia) outros tinham a esperança de que toda jogabilidade do quinto jogo da série estaria presente.

Para por um fim a este mar de dúvidas, os próprios produtores resolveram vir a público, e através de um vídeo explicar as verdades e mentiras sobre a aguardada encarnação para multijogadores da aclamada série dos velhos pergaminhos:

Entre outras coisas, no vídeo é explicado que o jogo está sendo desenvolvido por uma subsidiária da Bethesda, chamada Zenimax Online, algumas informações sobre as mecânicas do jogo foram reveladas: o jogo não terá uma mira livre (como nos jogos em primeira pessoa) porém haverá certa liberdade de movimentação que será auxiliado por um  sistema de auto mira, já que depender exclusivamente da pontaria do jogador pode fazer com que a experiencia de combate se torne frustrante, quando estão envolvidos questões como latência e ping dos jogadores e do servidor.

Como nos jogos da série offline, em ESO o jogador terá três atributos (Health, Stamina, Magicka), porém, haverá também um sistema de classes, mas que de acordo com os desenvolvedores, não irá tirar a liberdade de mixar habilidades, a marca registrada dos games da série.

Há ainda uma série de outras novidades, cheque o vídeo para mais informações, e fique tão animado quanto eu, e acabe contando os segundos para o lançamento!!!

Sobre Magias e Mecânicas

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O último RPG por turnos que tive paciência de jogar nos últimos dias foi o Final Fantasy 6. Depois dele, batalhas onde você deve esperar uma barra de tempo carregar, para então ditar algumas ações e ficar pacientemente esperando sua vez novamente, não me atraem mais, mesmo com toda a estratégia que esta formula traz, eu ainda me sinto profundamente entediado com esse tipo de mecânica. Provavelmente por isso tenho me virado para os jogos de RPG ‘Ocidentais’, onde normalmente a ação corre em tempo real e a história tende a não ser tão linear ( há exceções, claro).

Apesar disso, dos RPG’s de origem japonesa conquistaram espaço de honra em minha galeria de favoritos, devido a sua jogabilidade diferenciada. Estou falando dos games Shining Soul I e II para Game Boy Advance:

A  jogabilidade dos jogos  Shning Soul I&II é muito simples, mas nem por isso menos geniais: com os botões R e L é possível navegar entre três ‘slots’, onde devem ser colocados magias, armas e itens de cura, o botão A utiliza os itens dispostos nos ‘slots’ R  da mesma forma que o botão B utiliza os recursos alocados no menu do botão L. Simples fácil e funcional. A dinamicidade desta mecânica torna o jogo muito fluido, alguns elementos conhecidos dos jogos orientais bem como os gráficos com aparência de Mangá garante uma identidade a série de jogos, que nos dias atuais, infelizmente não possuem mais o mesmo glamour.

Ainda sobre mecânica, graças a uma ótima promoção do Steam, pude adquirir o excelente Magicka:

Toda a história de jogo, é uma grande ode a cultura nerd/Rpegista, praticamente cada diálogo do jogo possui alguma piada, que provavelmente só aqueles com algum conhecimento da cultura “gamer” vão sacar. Porém a história divertida não é o grande trunfo deste título, o que realmente é atrativo é sua jogabilidade diferenciada e de certa forma inovatória.

Em Magicka existe seis elementos, correspondendo a seis teclas do teclado, é necessário combinar estes elementos para criar seus feitiços e ataques. Por exemplo, ao combinar Terra e Fogo, cria-se uma bola de fogo explosiva. Defesa e gelo criará estalagmites que causarão algum dano nos inimigos ao redor. Uma série de outras pequenas regras ( como se molhar para terminar danos contínuos por fogo, ou mesmo molhar o inimigo para que magias do tipo elétrico causem mais dano) tornam a curva de aprendizagem deste jogo bem agressiva, já que o tutorial vai ensinar a você somente as regras básicas, cabe aos jogadores descobrirem novas combinações através da experimentação.

Por falar em jogadores, o jogo é todo voltado para o multiplayer, é perfeitamente possível jogar sozinho, porém muito das experiencias que o jogo pode oferecer, depende das partidas cooperativas entre até quatro jogadores,  já que grande parte da diversão, consiste em misturar feitiços diferentes, e observar os mais variados resultados. É engraçado observar que Magicka, com todo seu jeito de “Diablo” difere em muito dos outros jogos do gênero, por não apresentar a constante busca por novos e melhores itens (os únicos itens que podem ser trocados, são o cajado e a arma de cada mago), ou mesmo os famigerados níveis de classe que “destravam” novas Habilidades.

Por não haver essa métrica, o jogo deposita a responsabilidade de evoluir o personagem diretamente sobre os ombros de quem joga, já que os desafios de cada estágio irão exigir cada vez mais agilidade e versatilidade na hora de compor os ataques e defesas. Todo este caráter experimental, acaba por vezes sendo frustrante, pois é muito comum morrer várias vezes, vitima do próprio feitiço, quando ainda não se sabe muito bem qual o resultado de uma nova mistura de elementos.

Apesar deste pequeno “ponto fraco”, Magicka é extremamente viciante e cativante, sendo uma ótima pedida para jogar com os amigos em uma tarde entediante de domingo!

Dungeons & Pixels

 

 

Intrépidos heróis percorrem as masmorras abandonadas indo de encontro ao mago malvado que pretende fazer do mundo o parque de diversões de diabos, demônios ou qualquer sorte de criaturas malvadas. Esse pode ser um dos mais clássicos clichês da fantasia medieval, mas quando bem aplicado em um jogo, é sempre divertido!

Muitos RPG’s  costumam ter histórias envolventes, tramas repletas de plot-twists e cenas emocionantes, mas esses jogos costumam ser muito longos, e por vezes enfadonhos, por que não focar apenas no que importa?

Matar monstros, conquistar tesouros e ficar mais forte para matar mais monstros ( repita o ciclo infinitas vezes ) sempre foi a parte divertida!

Dos jogos modernos, alguns dos melhores RPG’S do estilo “Dungeon Crawler” ( Jogos onde o foco é maior em explorar masmorras  e menos na história) são os jogos da série ClaDun para PSP.

 

 

 

Atualmente estou jogando o Cladun X2, e posso dizer, o jogo é muito divertido e cumpre sua obrigação, é simples e direto, você pode criar vários personagens diferentes, personalizá los e depois se atirar numa das centenas de dungeons do jogo. O nível de customização segue o padrão doentio da Niponichi, onde é permitido mudar quase tudo, seu personagem por exemplo pode ser redesenhado pixel a pixel, armas podem ter seu nome alterado adicionando novas propriedades mágicas como aumento no dano, elementos etc. Você pode criar vários personagens novos sempre que desejar, e experimentar as diversas experiencias de jogabilidade com cada classe sem a necessidade de começar um novo jogo,  já que os novos heróis, quando não estão sendo utilizados,  se juntam a Party  melhorando os status do personagem que estiver ativo no momento.

O jogo possui uma mecânica que divide as Dungeons em vários andares, cada vez que você termina um andar, o próximo é habilitado, além disso em Cladun x2  o tempo gasto para completar o level  é salvo, assim você é encorajado a voltar várias vezes na mesma fase, afim de conquistar um tempo cada vez menor.

A história é superficial e irrelevante, mantendo o foco sempre na exploração das fases, conquista de itens e poderes. O jogo é rápido e divertido, mas não é o tipo de game que você vai querer ficar horas e horas seguidas jogando.

Ele funciona muito melhor como uma diversão rápida e sem compromisso, como todo bom jogo de portátil deve ser.

 

 

Ainda falando sobre explorar masmorras, eu quero recomendar o excelente e viciante Browse Game Hack Slash Crawl:

 

 

O jogo é simples, mas tem uma mecânica absurdamente viciante: Escolha uma classe e uma raça e explore as fazes até achar a saída para o próximo nível. Em HSC não há pontos onde se possa salvar a partida, cada descida as catacumbas será única, e assim que seu personagem morrer, não será possível jogar de novo, porém sua partida é transformada em um placar, que pode ser enviado para o “SCORE”, onde é possível saber qual foi sua posição se comparado a outros jogadores, estimulando a competição.

Ainda sobre o game play, o jogo usa o velho conhecido Point & Clic, clique no mapa onde você deseja que seu personagem se dirija, clique sobre os monstros para atacá-los, nos itens para colhe-los e nas habilidades para usá-las.

Ao iniciar uma partida, você deve escolher uma combinação de raça, classe e títulos para seu personagem, isso vai definir as estruturas básicas de seu aventureiro, por exemplo, o tenebroso Shinsei, um Vampiro Necromante Lendário começará o jogo com a capacidade de recuperar vida atacando inimigos, invocando caveiras e com um bônus em seus atributos de força e inteligência. Assim, ao misturar esses três elementos durante a criação do herói ,  traz  ao jogo milhares de combinações que podem modificar a experiencia do jogador.

Um ponto divertido, é que vários itens no jogo fornecem diferentes habilidades, como ataques de fogo/gelo, cura, proteção etc. Assim cada jogador pode, dependendo de sua sorte, criar as mais variadas combinações de poderes para seus heróis, tornando o fator replay ( crucial para manter o espirito competitivo do rank ) do jogo muito alto.

Por ser desenvolvido em Flash, Hack Slash Crawl roda em quase qualquer navegador da atualidade, infelizmente ainda não há uma versão para tablets, uma pena pois o jogo cabe como uma luva neste tipo de plataforma.

Então se um dia estiver sem nada pra fazer, ou apenas quer que a hora passe mais rápido no trabalho, eu recomendo muito jogar HSC!

Espero que gostem!

Renato”Shinsei” Cientista chefe do LabRPG

Dados, Elfos de Plástico e Dungeon Command!

Adoro Miniaturas!

Acho que a maioria das pessoas ( pelo menos aquelas já habtuadas ao meio ) sabem que o RPG de mesa (mais especificamente o Dungeons and Dragons) como conhecemos nasceu dos antigos wargames, onde as figuras (miniaturas) que inicialmente representavam unidades de um grande exército passaram a representar uma entidade única, que começou a ter nome e história.

As miniaturas sempre tiveram seu charme, mas o uso de chumbo na sua confecção acabou tornando as um problema, os sistemas de RPG “evoluíram” e deixaram de depender de representantes fisicos, adequando suas regras, pra que essas possam funcionar apenas com a imaginação, e talvez alguns rabiscos em um pedaço de papel.

Em 2008 quando o D&D passaria pela sua quarta encarnação, este sistema de regras foi modificado, para novamente depender do uso de miniaturas, aproveitadas de um outro game lançado pela mesma empresa que publica os livros.

Utilizando as miniaturas de um jogo de combate tático, o D&D Miniatures, a 4 edição do mais clássico RPG do mundo agora tornava o uso das pequenas pecinhas de plástico quase obrigatório.

O próprio D&D Miniature teve duas versões do seu sistema de regras, além de uma série de expansões, sempre com temas relevantes a fantasia medieval.

Visando uma nova estratégia, a Wizard of the Coast lançou Dungeon Command. Antigamente no D&D Mini era necessário comprar várias caixinhas, contendo algumas miniaturas aleátorias, e depois juntá las em “bandos”.

Com Dungeon command tudo que você precisa, é uma caixa, nela você encontra m bando completo, com 12 figuras não aleatórias, algumas peças para montar o mapa, e demais acessórios para o jogo. Essas caixas são vendidas por temas, atualmente temos duas caixas lançadas, Sting of Lolth com seus Elfos negros ( Drow ) aranhas e outras criaturas das profundesas, e Heart of Cormyr reunindo humanos, anões e elfos – os mocinhos clássicos da fantasia medieval.

Com apenas uma das caixas já é possível jogar uma partida com dois jogadores, mas para um aproveitamento total, o ideal é que cada jogador controle um dos bandos. Mais dois sets estão programados para serem lançados no final deste ano: Curse of Undeath – tendo Mortos vivos como tema, e Tyranny of Goblins – trazendo os famigerados Goblins.

Além disso, o jogo permite que as figuras sejam misturadas, permitindo a criação de novos bandos aumentando ainda mais as possibilidades, tornando o jogo versátil e com alto índice de replay. A substituição da mecânica antiga, que utilizava um dado de vinte faces por cartas no melhor estilo Magic the Gathering tem gerado discussões acaloradas entre os antigos jogadores, ainda não pude testar o novo sistema para dar minha opinião, mas em breve falarei melhor sobre as novas regras.

Dungeon Command é uma criação da Wizards of the Coast e você pode adquirir as caixas
na Amazon ou no site especializado Miniature Market

Mineiros, RPGs, browser-games e os novos paradigmas da internet

MineCraft.

Você com certeza já deve ter ouvido falar (ou talvez até já tenha jogado) . Pois bem Minecraft é a sensação do momento, um do jogos indies mais bem sucedidos, e mesmo estando em fase Beta ( e tendo um modo “Free”) tem vendido bastante, o suficiente para manter a equipe melhorando o jogo e tornando a experiência cada vez mais divertida, porém neste post não vamos falar sobre o jogo em si, mas vamos abordam uma nova tendência. Browser Games.

Em algum momento você já deve ter se deparado com os famosos “Jogos de página”, o mais antigo que posso me recordar, era um que um amigo  jogava, sobre bandidos ao estilo máfia wars da vida. Havia alguns “caminhos” que você você escolhia pra evoluir (coisas nada ortodoxas como trafico de drogas e prostituição) e cada caminho tinha itens que recebiam upgrades (ueba prostitutas Lv2!!! agora elas fazem hora extra!!! ), depois vieram batalhas espaciais, vampiros, lobisomens, gladiadores …  O tema poderia mudar, mas invariavelmente o sistema era o mesmo, você deveria esperar o tempo passar, para juntar algum tipo de moeda (stamina, dinheiro, urânio…) e com esta moeda comprar um upgrade de algum item, que te permitiria ganhar mais moeda e montar um exercito ou deixar o personagem mais forte. Estes jogos eram basicamente imagens estaticas e um contador regressivo que media quanto tempo era necessário esperar, com o tempo isso mudou, tecnologias como o Java permitem que jogos mais “complexos” possam rodar diretamente do seu navegador.

O primeiro jogo mais bem trabalhado que eu pude jogar foi o Runescape que é um dos MMORPGs mais jogados, tem uma jogabilidade divertida e gráficos 3D, outro jogo bem legal, mas que não possui a mesma fama é o Eternal Earth (que pelos resultados de busca do google não antdar muito bem das pernas), o que importa é que o jogo conta com gráficos bem trabalhados, uma jogabilidade bem próxima da utilizada pelos MMos de ultima geração (WSAD + mouse e números p\ra Skills) e também roda através do navegador.

Aqui todo mundo era um tipo de Animal (Homen raposa/coelho/garnizé)

Agora voltamos a falar de Minecraft, esse excelente jogo pode ser jogado de quase qualquer lugar pois basta você entrar no site e começar a jogar. Muitas desenvolvedoras perceberam este potencial, e passaram a criar jogos (por enquanto) para o publico casual, versões modernas dos antigos web-games (mas agora tem bonequinhos andando!), e como eles já aproveitam um banco de dados com milhares de usuários temos um novo conceito de MMO, que mantem uma mesma base de usuarios, mas que você não escolhe somente o “servidor”, hoje você cuida da sua fazendo no melhor estilo Harvest Moon (comparação nefasta, mas verdadeira), amanhã você explora Dungeons com seus amigos, tudo acessível  no mesmo local.

Seguindo a tendência da Cloud Computing em breve os jogos iram rodar diretamente nos servidores, isentando os jogadores da necessidade de máquinas mais fortes e tornando os Web games cada vez mais complexos e maravilhosos, algo como um Steam, onde uma vez logado, você possa desfrutar dos jogos que comprou em qualquer lugar, seja no patético Pentium da empresa onde trabalha ou do computador de casa. Este dia chegará em breve.

Vejo vocês na Dungeon mais próxima!

Renato”Shinsei” Cientista chefe do LABRpg