Fazer jogos não é brincadeira!

Olá amigos!

Hoje vamos falar sobre a árdua tarefa de se criar um jogo de vídeo game.

Na reta final de meu curso de Design de Games tivemos de nos reunir em grupos, e tirar do papel uma ideia, transformando a em um game para PC ou Iphone/Ipad. Tendo em mente um antigo projeto de jogo no estilo “Nave” (Starfox, alguém?) sugeri ao grupo que o jogo fosse feito para a plataforma IOS, devido a sua facilidade na hora da distribuição, e assim começou nossa SAGA.

Depois de reuniões com a equipe, muita Coca cola e Pizza, começamos a montar os concepts artísticos das naves, nossos artistas de plantão produziram excelentes modelos 3D usando o Autodesk Maya, e em seguida partimos para o design no game play, e ai a coisa começou a ficar preta.

A engine usada no curso foi a UDK, que apesar de eu não simpatizar muito, devo admitir, tem boas ferramentas.

O UDK foi desenvolvido pela Epic Games (Unreal lembram se?) e é distribuído gratuitamente, porém sua interface não é muito amigável, apesar de toda a programação ser encapsulada por um console visual, onde por exemplo você apenas arrasta e “linka” uma variável a um evento (sendo assim é possível passar longe de uma tela cheia de códigos), todas as demais funções são bem complicadas, quando se entra no tenebroso campo da física então, as coisas ficam assustadoras, definir velocidade, colisões, incidência de luz etc. são tarefas árduas que exigem centenas de testes, e geram muitas frustrações.

Mas para aqueles que, assim como eu sonham em trabalhar na área, ver seu jogo mesmo que incompleto, cheio de bugs e glitchs é um sonho, uma emoção indescritível!

Se você também tem este sonho, corra atrás!

Mas não tenha a ilusão de que fazer games seja algo divertido, é preciso amar muito o que fez, muito empenho e noites mal dormidas, e mesmo assim muitas vezes aquele jogo no qual você vai dedicar horas e mais horas de sua vida, vai ser avaliado por um blog qualquer e receber um caminhão de criticas. Games são como filhos, agente cria com amor, mas depois deve haver o desapego, pois ele passará a pertencer ao mundo, um mundo cruel onde ele vai receber um 3/10 ou um comentário furioso.

É isso!

Ah! Além do UDK, outra engine 3D muito boa é a Unity, também free e com muito material disponível para estudar.

Pra quem ficou curioso, eis uma tela de nosso jogo “Spacial Knights”

Em breve mais histórias do obscuro mundo da criação de games!

Um grande  Abraço para meu amigo @Hemerson_X!!!

Sem o qual o jogo, provavelmente ainda não teria saído das catacumbas da minha mente!

Renato”Shinsei” Cientista Chefe do LabRpg

We are Back!

 

Darkspore

Em 2008 a Maxis um estúdio de criação da E.A  lançava um novo jogo, um conceito ate então diferente  do que já havia sido feito, que tal um jogo onde você pudesse desenvolver sua própria raça e acompanhar seu desenvolvimento desde do inicio. Em Spore o jogo começa quando surge vida em seu planeta, você deve guiar seu protozoário, faze lo evoluir e aos poucos vai definindo sua fisiologia (herbívoro ou carnívoro, quadrúpede ou bípede  etc ), em estágios posteriores era hora de definir o lado “humano” quando sua espécie se torna uma tribo, você deve dizer qual a posição política (agressivos, pacifistas) e no final, sua raça ganha o espaço e começa a explorar o universo e suas galáxias.

Darkspore ao que tudo indica ocorre neste mesmo universo, mas sai a jogabilidade “The Sims” e entra Diablo!

Em Darkspore  seu personagem acorda após um sono induzido de viagem pelo Hiper-Espaço  e descobre que houve um vazamento de material genético altamente mutante (se existe o termo altamente radioativo, deve existir o mutante também!), essa é uma ótima desculpa pra você vagar pelo cosmos atrás de criaturas estranhas, que você pode customizar com as amostras de DNA que você já recolheu, além das armaduras e itens. O grande diferencial aqui é que não existe apenas um “heroi” você deve montar um time com três criaturas (ou como a EA definine “Squad”) e as habilidades e poderes destas criaturas vão destravar novos combos e ataques especificos daquela combinação.

Cada criatura pode pertencer a uma das 3 classes, que ainda não foram divulgadas, mas com certeza seguirão o estereótipo “Diablo” com um Mago, um Guerreiro e um Arqueiro (provavelmente poderes elementais, força e ataques a distância). Estas classes deve “combar” com os genetic types, mas não foi divulgado muita informação sobre o que vem a ser isto.

Como dito, o squad é composto por três criaturas, mas você deve alternar entre elas durante o jogo, como pode ser visto no vídeo abaixo, a experiência de jogo fica muito próximo daquilo que agente já conhece dos antigos jogos da serie Diablo, clique-mate-recolha os espólios, o que é muito divertido, principalmente por causa da rotação dos membros da equipe, o jogo te permite experimentar vários estilos sem ter que começar um novo save pra cada personagem (porque não pensaram nisso antes?)

O jogo também contará com sistema PVP e possivelmente PvE-Coop.

A data de lançamento é um tanto nebulosa, alguns sites apontam dia 29 de março, outros dizem que o lançamento foi adiado, no site oficial não encontrei informações mais precisas, mas você pode fazer a pre-order no site de vendas da EA por 99 reais, e ainda ganha um personagem extra!

Enfim, é um jogo que vale apena comprar original, pois vai ter muito conteúdo extra, só não há informações sobre uma versão em Pt-Br, e provavelmente não teremos uma versão dessa tão cedo, já que a E.A Brasil fechou já a algum tempo, uma pena …

Pra finalizar, se você se interessou pode entrar aqui e se cadastrar para o closed beta e torcer pra ser convidado!

Renato”Shinsei” Cientista chefe do LABRpg

Mineiros, RPGs, browser-games e os novos paradigmas da internet

MineCraft.

Você com certeza já deve ter ouvido falar (ou talvez até já tenha jogado) . Pois bem Minecraft é a sensação do momento, um do jogos indies mais bem sucedidos, e mesmo estando em fase Beta ( e tendo um modo “Free”) tem vendido bastante, o suficiente para manter a equipe melhorando o jogo e tornando a experiência cada vez mais divertida, porém neste post não vamos falar sobre o jogo em si, mas vamos abordam uma nova tendência. Browser Games.

Em algum momento você já deve ter se deparado com os famosos “Jogos de página”, o mais antigo que posso me recordar, era um que um amigo  jogava, sobre bandidos ao estilo máfia wars da vida. Havia alguns “caminhos” que você você escolhia pra evoluir (coisas nada ortodoxas como trafico de drogas e prostituição) e cada caminho tinha itens que recebiam upgrades (ueba prostitutas Lv2!!! agora elas fazem hora extra!!! ), depois vieram batalhas espaciais, vampiros, lobisomens, gladiadores …  O tema poderia mudar, mas invariavelmente o sistema era o mesmo, você deveria esperar o tempo passar, para juntar algum tipo de moeda (stamina, dinheiro, urânio…) e com esta moeda comprar um upgrade de algum item, que te permitiria ganhar mais moeda e montar um exercito ou deixar o personagem mais forte. Estes jogos eram basicamente imagens estaticas e um contador regressivo que media quanto tempo era necessário esperar, com o tempo isso mudou, tecnologias como o Java permitem que jogos mais “complexos” possam rodar diretamente do seu navegador.

O primeiro jogo mais bem trabalhado que eu pude jogar foi o Runescape que é um dos MMORPGs mais jogados, tem uma jogabilidade divertida e gráficos 3D, outro jogo bem legal, mas que não possui a mesma fama é o Eternal Earth (que pelos resultados de busca do google não antdar muito bem das pernas), o que importa é que o jogo conta com gráficos bem trabalhados, uma jogabilidade bem próxima da utilizada pelos MMos de ultima geração (WSAD + mouse e números p\ra Skills) e também roda através do navegador.

Aqui todo mundo era um tipo de Animal (Homen raposa/coelho/garnizé)

Agora voltamos a falar de Minecraft, esse excelente jogo pode ser jogado de quase qualquer lugar pois basta você entrar no site e começar a jogar. Muitas desenvolvedoras perceberam este potencial, e passaram a criar jogos (por enquanto) para o publico casual, versões modernas dos antigos web-games (mas agora tem bonequinhos andando!), e como eles já aproveitam um banco de dados com milhares de usuários temos um novo conceito de MMO, que mantem uma mesma base de usuarios, mas que você não escolhe somente o “servidor”, hoje você cuida da sua fazendo no melhor estilo Harvest Moon (comparação nefasta, mas verdadeira), amanhã você explora Dungeons com seus amigos, tudo acessível  no mesmo local.

Seguindo a tendência da Cloud Computing em breve os jogos iram rodar diretamente nos servidores, isentando os jogadores da necessidade de máquinas mais fortes e tornando os Web games cada vez mais complexos e maravilhosos, algo como um Steam, onde uma vez logado, você possa desfrutar dos jogos que comprou em qualquer lugar, seja no patético Pentium da empresa onde trabalha ou do computador de casa. Este dia chegará em breve.

Vejo vocês na Dungeon mais próxima!

 

 

 

Renato”Shinsei” Cientista chefe do LABRpg

 

 

The Iron Kingdom

Falemos sobre rpgs de mesa. Recentemente adquiri um livro, que já à algum tempo queria comprar, “REINOS DE FERRO” publicado pela Jambo, e escrito pela Privateer Press.

O livro gigante, descreve fartamente como criar um personagem como rolar campanhas nos Reinos de Ferro.

Reinos, foi muito premiado quando lançado, ele realmente foge dos grilhos da fantasia medieval Tolkeniana (não que esta seja ruin, muito pelo contrario), criando um ambiente, que como os próprios autores descrevem “SteamPunk.” Ainda temos  elfos e anões, mas o clima é de revolução industrial, maquinas a vapor convivem com a magia, e muitas vezes de forma amálgama.Mas o mais incrivel, são os icônicos Gigantes a Vapor, mechas criados para os mais diferentes fins, e que com sorte podem ser seu companheiro de aventura (melhor do que uma caixa de achocolatado, não?).

Outro ponto muito legal, são as classes básicas, fugindo um pouco do tradicional todas as classes são “sujas de fuligem”, os magos criam máquinas, os guerreiros usam além de espadas gigantes, pistolas de pólvora tão grande quanto suas espadas e os clérigos, que sofrem com o distanciamento dos deuses. Das classes básicas, vale ressaltar o Mago-Pistoleiro, que canalisa suas magias na munição e nas susa armas, realmente a classe tem muito estilo, as outras classes básicas são mais voltadas para tecnologia como o Mekânico Arcano e o Remendão.

As imagens do livro, são mais escassas do que o tradicional, mas devido ao tamanho do livro, colocar imagens em todas as páginas, iria aumentar demasiadamente o número de páginas, porem as ilustrações que existem apesar de serem em preto e branco são de elevado nível, e são ótimos para “Climatizar” nossa imaginação.

Resumindo, Reinos de Ferro é um excelente livro, mas além de um livro é um fantastico cenário, ideal pra quem já está de saco cheio do ‘clássico’, se você curte a fantasia mecânica dos final-fantasy 6-7-8, você vai adorar as terras de Imorem Ocidental.

Se você ficou interessado, recomendo esses dois blogs, que contam com muito material escrito e visual:

http://redutodobucaneiro.blogspot.com/

http://steammakers.blogspot.com/

Final Fantasy 3

Atualmente, dois jogos competem por minha atenção em meu DS: Pokémon Platinum e Final Fantasy 3, mas o último vem ganhando, tudo por causa de sua dificuldade viciante.

Final Fantasy 3 como todos devem saber, é um Remake, sua primeira versão data do inicio da década de noventa, e em sua atual encarnação o jogo traz gráficos que aproveitam bem o potencial do portátil de duas telas.

O jogo como podem ver pela imagem, tem personagems conscebidos em estilo SD (pequenos cabeçudinhos de olhos expressivos), mas a infantilidade termina ai. Não se engane o jogo é bem difícil, como era tradição dos RPGS daquela época, morrer é fácil, Phoenix Down são itens rarríssimos, não existem saves nas dungeons, uma vez dentro se você morrer no Boss já era amigo, vai ter de fazer tudo de novo! Isso faz com que as batalhas durante o caminho sejam extremamente perigosas porque elas vão minando suas potions e suas magias. Ou seja o ideal é treinar treinar e treinar, até que se possa matar os monstros do caminho sem perder muito Hp ou gastar as magias.

A experiência de ser aniquilado varias vezes por esse cara:

Me fez temer cada novo Boss, tornando as batalhas decisivas, momentos realmente tensos!

Maldito seja você Salamander, e seus combos com Fire Breath!

O sistema de Job, também é um insentivo ao treino, já que é o nivel na profição que dita o dano máximo e as magias ultilizadas.

A história é incrivelmente boba e simples (4 herois da luz <hum acho que eu já ouvi isso> devem despertar os 4 cristais e trazer devolta o equilibrio para o mundo), mas as quests te fazem conhecer personagens dramaticos que fazem você querer ver como as coisas vão acabar.

Assim que fechar esse, meu próximo objetivo é o four heroes of light, que todos dizem ser insano de tão difícil… Veremos!

Como eu te odeio, largatixa maldita!

..Mas você tem meu respeito!

Review: Monster Hunter Tri

Monster Hunter, é uma série de RPGs ´que  já faz bastante sucesso no Japão. Desenvolvido pela Capcom o jogo coloca você no papel de um Hunter, o caçador de seu vilarejo, sua missão: caçar monstros de todos os tipos e tamanhos e coletar “materiais” como ossos, couro, pelos ,que ajudaram sua vila a crescer, e a melhorar seus equipamentos.

Isso mesmo, as armas e armaduras são fabricadas com recusos de sua caçada, assim em MH não há níveis de personagem, seus equipamentos definem o quanto você pode ser letal, e  quanto dano você pode suportar, além é claro da sua própria capacidade de utilizar corretamente os tipos de ataques e as esquivas.

A progressão no jogo  ocorre enquanto se realiza caçadas em nome da Guilda dos Caçadores, nada mais simples. O grande foco do jogo é a exploração do ambiente, mas talvez a forma com que os mapas são utilizados (separados por areas, e com um pequeno load entre elas) quebre o ritimo da exploração. O ecossistema também é bem definido, os monstros maiores caçam os menores, os herbivoros tendem a andar em bandos, assim como os carnivoros de menor porte.

Os equipamentos de um hunter são objetos impressindiveis durante uma caçada, porque o tipo de meio ambiente em que se está, vai definir quais roupas utilizar (vá para uma região fria sem roupa adequada, e não haverá café que te mantenha aquecido, não é mesmo gashi?), é preciso comer para recuperar stamina, emtão lembre se de sempre carregar a churrasqueira e raw meats!

Um dos pontos fortes de MH é que ele foi concebido para ser um jogo Multiplayer, asssim até 4 hunters por Party podem se reunir para tentar abater os monstros mais lendários do mundo.

Finalizando MH é um jogo extremamente simples, mas muito viciante, atualmente no ocidente temos versões pra Ps2, PsP e Wii.

Dark And Light

Sem muito o que fazer no trabalho, resolvi fazer um post sobre Dark and Light, vamos la!

D&L é um MMORPG Free to Play digamos, bem desculpe o trocadilho obscuro. Sem muita publicidade em cima é realmente raro alguem falar sobre ele.

Com gráficos 3D, modelados de maneira amadora D&L tem aquele charme de RPG clássico anos 90, onde as armaduras ainda parecem de metal, e os magos usam robes coloridos ao invés de roupas que lembram arvores de natal. O mapa mundi é uma surpresa aparte, incrivelmente vasto, repleto de cenários que remetem à uma fantasia medieval mais sóbria. Com castelos bem parecidos com o que você  pode ver em uma viagem pela europa.

O jogo conta com 11 raças jogáveis, e 14 classes divididas em 4 arquétipos:

Fighter, Healer, Archer e Mage além de 5 “Profissões” que como em outros MMO´s permitem que os jogadores criem seus próprios equipamentos e que possam vender coisas para ganhar dinheiros, as profissões são: Tanner: faz roupas/armaduras  de couro, Tailor: roupas/armaduras de tecido, Ferreiro de armaduras:  faz armaduras de metal tais como cotas de malha e  armaduras de placas, Ferreiro de armas:  produz armas de todos os tipos, Joalheiro: Fazem acessórios, braceletes e joias.

O gameplay é bem familiar, temos skills que são ativadas quando se aperta o botão respectivo, uma árvore de skills que é aberta conforme você evolui e que lhe permite melhorar seu desenpenho em combate, montarias, pvps, guilds tudo isso embalado por uma interface bem conhecida por nós, principalmente se você joga World of  Warcraft!

Segue um video:

Se você não gosta de jogar WoW por que todo mundo joga, e seu negócio é coisas ‘underground’, jogue Dark and Light, pode ter certeza que o seu amigo-chato-sabe-tudo nunca ouvi falar dele !

Amenos é claro, que seu amigo seja eu hahahah…

Pagar pra que?

Recentemente no outro blog que participo, postei algo sobre o Lotro ficar Free-2-Play (com direito a um comercial muito cool).

Agora é a vez de EverQuestII. Everquest é um dos MMORPGs mais antigos, publicado pela Sony, e se não me falha a memória, foi o primeiro RPG que você podia jogar do PC e/ou do PS2. O mundo de EQ é muito vasto, há varias raças pra se jogar e o sistema de craft é bem competente.

Porem como aconteceu com o MMO do Gandalf, conseguir um lugar no sol tem sido difícil já  que quase todo mundo vai estar em Azaroth, logo logo não vai haver muita gente, e as ‘outras’ desenvolvedoras teram de brigar pelo “resto”.

Bom, pra quem não tem dinheiro/cartão internacional fica a dica, em vez de jogar em servidores piratas aproveitem que agora da pra jogar EQ e LOTRO na faixa. São servidores dedicados com GMs e a garantia de que amanha seu char ainda vai estar lá!

As Jobs de Final Fantasy: Gunner

Apesar dos mundos iniciais de Final Fantasy serem nitidamente medievais, a fantasia nos permite imaginar coisas fantasticas, como por exemplo armas de fogo em uma sociendade onde elas não deveriam existir ainda.  Apartir do jogo número 7 temos mundos onde armas de fogo são mais plausiveis, apesar da maioria dos herois e vilões ainda usar armas brancas, neste jogo somos apresentados ao membro mais icônico desta classe,

Vicent:


Não há muito o que dizer sobre esta job, eles usam armas de fogo, atacam a distância normalmente tem uma defesa baixa, mas ataques devastadores e são sempre muito estilosos. Em suas versões medievais podem aparecer com o nome de Engineer, como Mustadio em FinalFantasy Tactics.

As Jobs de Final Fantasy: Magic Knight

Os Magic Knights aparecem em vários FF, sendo a primeira vez em FF5.

Com um estilo que remete à arabia os MKs são uma classe versátil pois combinam ataques  físicos com magia. Sua habilidade de embuir suas armas com elementos os tornam tão atrativos quanto magos, já que existem vários inimigos que por possuir apenas vulnerabilidade mágica, tornam os combatentes meros atiradores de poções.

O maior representante desta classe é Steiner, o guarda costas da princesa garnet em FF9 (apesar de depender indiretamente da magia de Vivi).

Em Final Fantasy Tactics Advance temos uma classe Bagaa Gladiator, que possui tecnicas como Ice sword, Fire Sword e Ultima Sword.

Seguindo o exemplo dos Red Mages os Mks são um pouco mais fracos nos ataques físicos se comparados a combatentes ‘puros’ mas ainda sim são ótimos guerreiros, e com certeza não se tornam inúteis quando seu MP está baixo. Durante os jogos, esta classe também já foi chamada de: Mystic Knight, Sorcerer e Warmage.